quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
AAUAv: debate XIII
O jornal Universidade ou Unyvercidade ou Uniwersidade ou Vnywerthydad' ou Univercidade não vai sair porque o Diário de Aveiro fodeu o calendário todo e a Comissão Eleitoral achou por bem não lançar um jornal no dia da reflexão. A baixa reflectividade do papel deverá estar na origem desta decisão.
Coisas do caralho - AAUAv - debate II
Sapos vão invadir o portal da Associação Académica.
by Tiago Ludgero Alves
AAUAv: debate XII
Bidireccionais. Eis um termo que me cansa.
Telmo Gomes quer criar uma base de dados de alojamento. Cagai no facto de que ela existe. Podia simplesmente propor a sua colocação online, mas não. Carrega Benfica.
O facebook está na berra por estas bandas. E as pirâmides também. Breve, temos de instalar um aplaudómetro.
E não se devia aplaudir o cabeçone.
Telmo Gomes quer criar uma base de dados de alojamento. Cagai no facto de que ela existe. Podia simplesmente propor a sua colocação online, mas não. Carrega Benfica.
O facebook está na berra por estas bandas. E as pirâmides também. Breve, temos de instalar um aplaudómetro.
E não se devia aplaudir o cabeçone.
AAUAv: debate XI
Está a puta armada. O anúncio do anúncio de medidas, aparentemente inédito, mereceu uma loucura de aplausos. O cabeçone não tem mão nisto.
AAUAv: debate X
Fui ali fora fumar uma cigarrada, estavam lá os outros dinossauros. Soube da vertente cultural das flash mobs. Bom. Muito bem. Proponho a primeira para junto da máquina de tabaco do BE.
Coisas do caralho - AAUAv - debate I
Como mudar o modelo cultural da AAUAv:
flashmob's!
by Telmo Gomes
AAUAv: debate IX
Telmo Gomes acusa a AAUAv de estar ao lado da política de acção social que deixa estudantes sem apoio. Tiago Alves elenca as tomadas de posição contrárias à dita política. Frisa o desacordo. Telmo Gomes questiona a razão de a AAUAv não participar em manifestações.
AAUAv: debate VII
Tiago Alves confronta Telmo Gomes com as suas posições enquanto membro do Conselho Pedagógico. Telmo Gomes diz que é pública. Tiago Alves diz que nem por isso, e que a AAUAv entregou um contributo por escrito.
Sai a primeira boa facada da noite.
Sai a primeira boa facada da noite.
AAUAv: debate VI
"... vamos propor que cada núcleo organize um encontro nacional de estudantes de qualquer coisa." - Telmo Gomes
AAUAv: debate IV
Pontos altos da intervenção inicial do cabeça-de-lista do Q.
AAUAv vive instabilidade financeira fruto do mandato de 2009.
Motivações da candidatura, balanço do mandato actual.
Denúncia de demagogia, discursos de rancor.
(Caro colega)
Mais aplausos.
AAUAv vive instabilidade financeira fruto do mandato de 2009.
Motivações da candidatura, balanço do mandato actual.
Denúncia de demagogia, discursos de rancor.
(Caro colega)
Mais aplausos.
AAUAv: debate III
Pontos altos da intervenção inicial do cabeça-de-lista do G.
Negação veemente do ressabiamento.
Acusação de traição.
Presença destina-se a criticar o que não foi feito.
Sucesso académico posto em causa, altruisticamente.
Relatório tem de estar correcto porque os funcionários são os mesmos.
Relatório foi apresentado em cima das eleições.
Assunção e solidariedade garantidas.
Mandato de 2009 já foi julgado em eleições.
Resumo das motivações.
Aplausos.
Negação veemente do ressabiamento.
Acusação de traição.
Presença destina-se a criticar o que não foi feito.
Sucesso académico posto em causa, altruisticamente.
Relatório tem de estar correcto porque os funcionários são os mesmos.
Relatório foi apresentado em cima das eleições.
Assunção e solidariedade garantidas.
Mandato de 2009 já foi julgado em eleições.
Resumo das motivações.
Aplausos.
AAUAv: debate II
O moderador está cada vez mais parecido com um cabeçone da Ilha da Páscoa, daqueles que apelam à moderação. Vamos ver quem sai daqui com um cabeção maior.
AAUAv: debate
Já todos tínhamos saudades dum bom debate. Não vai ser este, claro, mas cada um dá o que tem e a mais não é obrigado.
Breves considerações:
- [pensamentos na prática]
- Desde quando o anfiteatro de Ambiente tem iluminação decente?
- Cadê a puta da alcatifa?
- Ao fundo vemos ainda uma tarja que diz: "SECA2tv TV OFICIAL DO EVENTO". Suck on that, TVI24!
- Enorme mobilização por um enorme vazio de ideias.
Breves considerações:
- [pensamentos na prática]
- Desde quando o anfiteatro de Ambiente tem iluminação decente?
- Cadê a puta da alcatifa?
- Ao fundo vemos ainda uma tarja que diz: "SECA2tv TV OFICIAL DO EVENTO". Suck on that, TVI24!
- Enorme mobilização por um enorme vazio de ideias.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
sexta-feira, 3 de dezembro de 2010
AAUAv e a prática de pensar IX
Agora vou estar em pulgas para ver o conteúdo dos manifestos das candidaturas. Sim, há manifestos. Não serão manifestos a sério, já que a malta se manifesta cada vez menos, mas formalmente manifestos. Hão-de reparar nos tais manifestos quando andarem a ver as fotografias à procura de gajas boas dos ombros para cima.
Depois vai ser um forró quando passar à fase das propostas concretas. Ofereço, a quem comentar primeiro nesta posta, um rebuçado bola de neve por cada proposta deste ano igual à de um ano anterior. Dois se envolver um moliceiro e/ou o Solar Académico.
Depois vai ser um forró quando passar à fase das propostas concretas. Ofereço, a quem comentar primeiro nesta posta, um rebuçado bola de neve por cada proposta deste ano igual à de um ano anterior. Dois se envolver um moliceiro e/ou o Solar Académico.
AAUAv e a prática de pensar VIII
Vamos gramar com 4 dias úteis de campanha eleitoral. Não é muito tempo, mas também não há assim tanta vontade de aturar birras.
Se tudo correr bem, a malta consegue sacar profilácticos, isqueiros, esferográficas e finos baratos para portadores de autocolantes em local visível.
Vai haver cores berrantes, pessoas berrantes, roupa suja, slogans de merda, roupa suja de merda (?), caciques exóticos e ainda - espero eu - um debate com transmissão online com caixa de comentários hilariantes.
No dia da eleição vai haver uma alternância entre marcação à zona e marcação homem-a-homem, boletins às cores num dia cinzento, gíria de criadores de gado e o próprio gado caloirino. A abstenção rondará os 80%.
Dentro das urnas, para além dos boletins mais ou menos preenchidos, serão encontrados 3 a 7 cartões de estudante, um cigarro e um boletim grafitado com suásticas (a menos que esse gajo tenha de facto acabado o curso, o que é ainda mais preocupante).
Não vos aquece o coração saber que deambulam numa academia como esta?
Se tudo correr bem, a malta consegue sacar profilácticos, isqueiros, esferográficas e finos baratos para portadores de autocolantes em local visível.
Vai haver cores berrantes, pessoas berrantes, roupa suja, slogans de merda, roupa suja de merda (?), caciques exóticos e ainda - espero eu - um debate com transmissão online com caixa de comentários hilariantes.
No dia da eleição vai haver uma alternância entre marcação à zona e marcação homem-a-homem, boletins às cores num dia cinzento, gíria de criadores de gado e o próprio gado caloirino. A abstenção rondará os 80%.
Dentro das urnas, para além dos boletins mais ou menos preenchidos, serão encontrados 3 a 7 cartões de estudante, um cigarro e um boletim grafitado com suásticas (a menos que esse gajo tenha de facto acabado o curso, o que é ainda mais preocupante).
Não vos aquece o coração saber que deambulam numa academia como esta?
AAUAv e a prática de pensar VII
As eleições estão aí à porta.
São dia 14, 3ª feira, última semana de aulas.
O calendário eleitoral está disponível aqui.
Não digam que não vos avisei.
São dia 14, 3ª feira, última semana de aulas.
O calendário eleitoral está disponível aqui.
Não digam que não vos avisei.
inquérito
Ninguém reparou nos detalhes que andei a mudar. Paciência. O XML é sem dúvida um universo paralelo.
Novo inquérito: O que é a AAUAv?
Adenda: este inquérito destina-se, primordialmente, a perceber que importância atribuem os distintos leitores ao assunto mais abordado neste espaço nos últimos tempos.
Novo inquérito: O que é a AAUAv?
Adenda: este inquérito destina-se, primordialmente, a perceber que importância atribuem os distintos leitores ao assunto mais abordado neste espaço nos últimos tempos.
terça-feira, 30 de novembro de 2010
municipalizar o prejuízo
Leirisport ameaça penhorar passes dos jogadores da União
Viva o Marrazes!
A Leirisport, empresa municipal que gere o Estádio de Leiria, ameaça penhorar os passes de jogadores da União de Leiria e pedir a insolvência da SAD se, num prazo de oito dias, não for paga a factura de utilização da infraestrutura.
“Desde o início da época desportiva, a UDL, SAD ainda não pagou um avo à Leirisport referente ao contrato” de utilização do estádio, acusa a empresa municipal em comunicado. A dívida ascende a 140 mil euros pela utilização do estádio e cerca de seis mil euros de catering.
Viva o Marrazes!
público fails again
Portugueses substituem bacalhau com batatas por frango e arroz
Aguarda-se a todo o momento a fantástica receita de feijoada sem carne ou gordura, possivelmente no P2 de amanhã.
Frango com arroz e muito molho acompanhado de uma cervejinha. Eis uma típica refeição portuguesa. Onde já imperou o bacalhau ou a feijoada, reina agora a carne e a gordura. Os hábitos alimentares dos portugueses têm vindo a piorar e, segundo o Instituto Nacional de Estatística, a tendência tem-se agravado nos últimos anos.
Aguarda-se a todo o momento a fantástica receita de feijoada sem carne ou gordura, possivelmente no P2 de amanhã.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 23 de novembro de 2010
coisas do caralho* (em bom português)
Ponto Prévio:
Inicia-se aqui uma nova rubrica deste cantautor e bloguista, entre outros "-istas" mais, intitulada:
- coisas do caralho
Antes de começarem já para aí a estrebuchar, alguns falsos moralistas e virgens ofendidas, contextualiza-se aqui o dito cujo -"caralho".
"Caralho" é uma palavra digna de ser usada, linguísticamente falando, tal como qualquer outra, como se demonstra aqui*:
caralho
(origem controversa)s. m. 1.Cal. Pénis.interj. 2.Cal. Expressão designativa de admiração, surpresa, espanto, indignação, etc.Cal. como o caralho: De maneira intensa ou em grande número. = muitoBras. Cal. para ou pra caralho: O mesmo que como o caralho.
Mas a Causa gosta sempre de ir mais longe, e não só atesta linguísticamente falando, como se atesta de seguida a dignidade de tal verborreia, Juridicamente falando.
Aqui está o acordão que tira quaisquer dúvidas da inocência do "caralho" como termo linguístico legitimo de uso no nosso dia a dia.
I - A palavra “caralho”, proferida por militar (Cabo da Guarda Nacional Republicana), na presença do seu Comandante, em desabafo, perante a recusa de alteração de turnos, não consubstancia a prática do crime de insubordinação por outras ofensas, previsto e punível pelo artigo 89º, n.º 2, alínea b), do Código de Justiça Militar.
II - Será menos própria numa relação hierárquica, mas está dentro daquilo que vulgarmente se designa por “linguagem de caserna”, tal como no desporto existe a de “balneário”, em que expressões consideradas ordinárias e desrespeitosas noutros contextos, porque trocadas num âmbito restrito (dentro das instalações da GNR) e inter pares (o arguido não estava a falar com um oficial, subalterno, superior ou general, mas com um 2º Sargento, com quem tinha uma especial relação de proximidade e camaradagem) e são sinal de mera virilidade verbal. Como em outros meios, a linguagem castrense utilizada pelos membros das Forças Armadas e afins, tem por vezes significado ou peso específico diverso do mero coloquial.
È caso para dizer:
- Um pequeno passo para a Humanidade, um grande salto para o "Caralho".(bice-bersa)
sábado, 20 de novembro de 2010
AAUAv e a prática de pensar VI
Aceitem uma provocação:
Ler também isto.
Quero ver um par de bitaites antes de desenvolver a minha opinião sobre o assunto.
As direcções das Associações de Estudantes e as direcções das Associações Académicas que não se associaram à Manifestação Nacional do Ensino Superior contra os cortes nas bolsas deviam ter vergonha!
Ler também isto.
Quero ver um par de bitaites antes de desenvolver a minha opinião sobre o assunto.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
um relógio parado dá horas certas duas vezes por dia
Ensino Superior: Estudantes fazem balanço positivo da manifestação de hoje e negativo do estado do sector
Todos estamos habituados à guerra dos números de malta na rua, em todo o tipo de manifestações ou greves. Curiosamente os números da organização e da PSP estão particularmente próximos. Já a Agência LUSA é outra conversa...
Mais de 300 universitários manifestam-se em Lisboa
De facto, é verdade.
5000 > 300 = true
Continuem a minimizar e ignorar os sinais.
Depois queixem-se.
A manifestação do ensino superior público, para contestar os cortes na Ação Social Escolar e o aumento das propinas, entre outros, reuniu hoje entre seis mil e sete mil alunos de várias universidades do país, segundo a organização, e cerca de cinco mil, de acordo com a PSP.
Todos estamos habituados à guerra dos números de malta na rua, em todo o tipo de manifestações ou greves. Curiosamente os números da organização e da PSP estão particularmente próximos. Já a Agência LUSA é outra conversa...
Mais de 300 universitários manifestam-se em Lisboa
De facto, é verdade.
5000 > 300 = true
Continuem a minimizar e ignorar os sinais.
Depois queixem-se.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
and now for something really important
A Causa faz hoje 9 anos.
Haverá celebrações nos próximos dias, começando hoje com um pequeno Jantar do Bigode e culminará sábado com a interdição do Pedrógão a pessoas em condições de conduzir veículos motorizados.
O que aqui se escreve (para quem ainda não tenha percebido) é o que passa pela cabeça de cada autor e que este se digna partilhar. E tudo é relegado para segundo plano quando nos focamos naquilo que é realmente importante. A vida de cada um. Daí que espero que o pessoal tenha a decência de ir beber um copo com os amigos esta noite. Ou eventualmente responder às minhas provocações, para aqueles que não têm amigos.
Abraço, e À CAUSA!
Haverá celebrações nos próximos dias, começando hoje com um pequeno Jantar do Bigode e culminará sábado com a interdição do Pedrógão a pessoas em condições de conduzir veículos motorizados.
O que aqui se escreve (para quem ainda não tenha percebido) é o que passa pela cabeça de cada autor e que este se digna partilhar. E tudo é relegado para segundo plano quando nos focamos naquilo que é realmente importante. A vida de cada um. Daí que espero que o pessoal tenha a decência de ir beber um copo com os amigos esta noite. Ou eventualmente responder às minhas provocações, para aqueles que não têm amigos.
Abraço, e À CAUSA!
AAUAv e a prática de pensar V
RE: O papel dos Núcleos de Curso;
Diz o colega que o modelo dos núcleos faliu, que não lhe parece adequado à realidade socioeconómica, que deve ser mudado. Não conheço em pormenor a situação dos diversos núcleos de curso na UA, mas há aqui umas linhas programáticas a ter em conta.
Diz o colega que o modelo de mini-associações de estudantes por curso é inadequado, sugerindo de seguida que se tornem cumulativamente mini-GESPs por curso. Propõe-se abrir um debate estatutário?
Eis um vício bem velhinho, que é falar na forma funcional das coisas. Novamente, o problema é, acima de tudo, de falta de massa crítica, sobretudo numa altura em que, e como correctamente afirma o colega, a própria UA se reinventa. Temos representantes de estudantes no Conselho Geral, no Conselho Pedagógico, nos Conselhos de Departamentos e afins, e em números escassos; temos núcleos de curso, temos comissões de curso, temos (teremos?) Fórum Pedagógico Discente; temos AAUAv (excepto em alturas festivas) e temos oposição à AAUAv (de Novembro a Dezembro). Mas temos quem discuta os problemas com que nos deparamos, a todos estes níveis?
A actual Direcção conseguiu aproximar um pouco mais os estudantes da AAUAv, mas não conseguiu o essencial (e dificilmente o conseguirá por si só), que é partir dessa aproximação e gerar discussão e mobilização entre os estudantes. Acredito que isso possa ser conseguido se houver envolvimento e boa vontade de todos os representantes dos estudantes, mas o que vi na AGA, com a Direcção e membros do Conselho Pedagógico a trocarem galhardetes a respeito do regime de prescrições, leva-me a crer que essa boa vontade não existe.
Existirão decerto maneiras de contornar estes problemas conjunturais, até mesmo em definitivo. Contudo, para isso suceder, terá que surgir um grupo suficientemente confiante para criar as ferramentas certas e impulsionar o debate interno.
Para já, tendo em conta alguma pobreza argumentativa do colega e a falta de soluções apresentadas até agora, o movimento não me convence. Continuarei atento.
Diz o colega que o modelo dos núcleos faliu, que não lhe parece adequado à realidade socioeconómica, que deve ser mudado. Não conheço em pormenor a situação dos diversos núcleos de curso na UA, mas há aqui umas linhas programáticas a ter em conta.
Diz o colega que o modelo de mini-associações de estudantes por curso é inadequado, sugerindo de seguida que se tornem cumulativamente mini-GESPs por curso. Propõe-se abrir um debate estatutário?
Eis um vício bem velhinho, que é falar na forma funcional das coisas. Novamente, o problema é, acima de tudo, de falta de massa crítica, sobretudo numa altura em que, e como correctamente afirma o colega, a própria UA se reinventa. Temos representantes de estudantes no Conselho Geral, no Conselho Pedagógico, nos Conselhos de Departamentos e afins, e em números escassos; temos núcleos de curso, temos comissões de curso, temos (teremos?) Fórum Pedagógico Discente; temos AAUAv (excepto em alturas festivas) e temos oposição à AAUAv (de Novembro a Dezembro). Mas temos quem discuta os problemas com que nos deparamos, a todos estes níveis?
A actual Direcção conseguiu aproximar um pouco mais os estudantes da AAUAv, mas não conseguiu o essencial (e dificilmente o conseguirá por si só), que é partir dessa aproximação e gerar discussão e mobilização entre os estudantes. Acredito que isso possa ser conseguido se houver envolvimento e boa vontade de todos os representantes dos estudantes, mas o que vi na AGA, com a Direcção e membros do Conselho Pedagógico a trocarem galhardetes a respeito do regime de prescrições, leva-me a crer que essa boa vontade não existe.
Existirão decerto maneiras de contornar estes problemas conjunturais, até mesmo em definitivo. Contudo, para isso suceder, terá que surgir um grupo suficientemente confiante para criar as ferramentas certas e impulsionar o debate interno.
Para já, tendo em conta alguma pobreza argumentativa do colega e a falta de soluções apresentadas até agora, o movimento não me convence. Continuarei atento.
AAUAv e a prática de pensar IV
RE: A importância do Associativismo Académico;
Já andava há uns tempos para analisar com calma a primeira prosa com que o movimento nos presenteou. Pretende ser um texto que nos leve a pensar.
Na prática, é um chorrilho de lugares comuns, contradições e frases demasiado longas. Suponho que o sotôr desconheça o verdadeiro papel de uma vírgula e de um ponto final. Se soubesse utilizar ambos nos momentos certos, a sua prosa seria mais legível. Mas adiante.
Tenho de perguntar: conviver com detentores de elevados títulos académicos fomenta o aparecimento de elites formadas?
Eis uma generalização um bocado absurda. Conheço funcionários da Universidade com quem prefiro conviver em detrimento de detentores de elevados títulos académicos. Aprendo mais com eles e tudo. Aliás, o convívio com pessoas de todos os estratos é que nos pode enriquecer enquanto comunidade. O que se sugere aqui é precisamente essa característica tão tuga, a crença de que conviver com o senhor Doutor nos levará a uma vida melhor.
Relação proporcional? Será semelhante às entradas e saídas na Função Pública? Ou inversamente proporcional a essa? Escassas centenas de quê? Centenas de participação? Centenas de mobilização?
Deixo uma sugestão: dizer as coisas de forma simples e directa. Pode ajudar a passar a mensagem, em vez de passar uma imagem de presunção.
Por acaso, na altura de prestar contas na AGA, os membros da Direcção anterior que estavam presentes remeteram-se ao silêncio. Foi um bonito espectáculo. Basta que a actual Direcção responda pelos seus actos e escolhas em modo de serviços mínimos que já representa uma melhoria significativa.
O grande problema vai ser quando a AAUAv se dissolver com os seus. Não faço a puta da mínima ideia do que isso significa, logo temo pela nossa sorte.
Abordemos por fim as questões levantadas pelo colega, assim como a reportagem com que nos presenteou no final da sua posta:
Comparar a participação cívica hoje em dia com a Crise Académica é como comparar o Negesse com o Obama. Não faz muito sentido. Outra escala, outros problemas. Mas não deixa de ser interessante pensar no papel de Alberto Martins durante esses acontecimentos e verificar o seu contributo para uma sociedade com espírito crítico. Enquanto líder parlamentar do PS e enquanto Ministro da Justiça.
Actualmente, e como se consegue demonstrar sem grande esforço, não só a classe política é reles, o que contagia a vida partidária, castra o debate e envenena o associativismo, mas também a comunicação social vive acéfala e amestrada e não cumpre o seu papel de vigilância crítica dum regime democrático.
Acreditar que a falta de participação dos estudantes no associativismo é algo que se deve a, e pode ser resolvido por uma Direcção da AAUAv é, no mínimo, ingénuo. Ou intencionalmente enganador. Veremos.
Já andava há uns tempos para analisar com calma a primeira prosa com que o movimento nos presenteou. Pretende ser um texto que nos leve a pensar.
Na prática, é um chorrilho de lugares comuns, contradições e frases demasiado longas. Suponho que o sotôr desconheça o verdadeiro papel de uma vírgula e de um ponto final. Se soubesse utilizar ambos nos momentos certos, a sua prosa seria mais legível. Mas adiante.
Vejamos, é verdade que como Instituição a Universidade é fundamental na formação de “elites”, sejam políticas, culturais ou intelectuais da nossa sociedade, estas aparecem fomentadas pela transmissão de conhecimentos, pela experimentação, pela simples admiração, pelo básico estudo ou ate pelo convívio com detentores de elevados títulos académicos (...)
Tenho de perguntar: conviver com detentores de elevados títulos académicos fomenta o aparecimento de elites formadas?
Eis uma generalização um bocado absurda. Conheço funcionários da Universidade com quem prefiro conviver em detrimento de detentores de elevados títulos académicos. Aprendo mais com eles e tudo. Aliás, o convívio com pessoas de todos os estratos é que nos pode enriquecer enquanto comunidade. O que se sugere aqui é precisamente essa característica tão tuga, a crença de que conviver com o senhor Doutor nos levará a uma vida melhor.
Genericamente e numa estranha relação proporcional inversa á medida que a população estudantil académica tem aumentado a participação e mobilização dos estudantes tem vindo a diminuir, está agora em escassas centenas.
Relação proporcional? Será semelhante às entradas e saídas na Função Pública? Ou inversamente proporcional a essa? Escassas centenas de quê? Centenas de participação? Centenas de mobilização?
Deixo uma sugestão: dizer as coisas de forma simples e directa. Pode ajudar a passar a mensagem, em vez de passar uma imagem de presunção.
Da parte de uma Associação Académica faltam espaços de discussão pública, de diálogo, de agregação de massas, falta mostrar a Casa, prestar contas…não chega dizer que se dissolve com os seus, é preciso agregar todos!
Por acaso, na altura de prestar contas na AGA, os membros da Direcção anterior que estavam presentes remeteram-se ao silêncio. Foi um bonito espectáculo. Basta que a actual Direcção responda pelos seus actos e escolhas em modo de serviços mínimos que já representa uma melhoria significativa.
O grande problema vai ser quando a AAUAv se dissolver com os seus. Não faço a puta da mínima ideia do que isso significa, logo temo pela nossa sorte.
Abordemos por fim as questões levantadas pelo colega, assim como a reportagem com que nos presenteou no final da sua posta:
Como se explica tal facto?
Esvaziou o balão contestatário?
Desligou-se a opinião pública?
Perdeu-se a massa crítica estudantil?
Infelizmente o nosso país tem uma escassa participação cívica e associativa.
Comparar a participação cívica hoje em dia com a Crise Académica é como comparar o Negesse com o Obama. Não faz muito sentido. Outra escala, outros problemas. Mas não deixa de ser interessante pensar no papel de Alberto Martins durante esses acontecimentos e verificar o seu contributo para uma sociedade com espírito crítico. Enquanto líder parlamentar do PS e enquanto Ministro da Justiça.
Actualmente, e como se consegue demonstrar sem grande esforço, não só a classe política é reles, o que contagia a vida partidária, castra o debate e envenena o associativismo, mas também a comunicação social vive acéfala e amestrada e não cumpre o seu papel de vigilância crítica dum regime democrático.
Acreditar que a falta de participação dos estudantes no associativismo é algo que se deve a, e pode ser resolvido por uma Direcção da AAUAv é, no mínimo, ingénuo. Ou intencionalmente enganador. Veremos.
sinais reveladores
A respeito da crise e dos auxílios financeiros e de toda esta bosta para alemão ver, o jornal i decide representar a Irlanda com uma cerveja Guiness (um bocado primário, redutor, preconceituoso até) e, para estabelecer um fraco paralelo, representa Portugal com uma cerveja Sagres.
A "piadinha" é fraca, mas eu alinho: está na altura de cagar nesta gente. Precisamos dum novo país. Um que seja representado pela Super Bock. Precisamos dum Portugal Superior.
(stay tuned for more on this topic)
Bufaria esquizofrénica ou douchebags do thinktank*
Dois em cada dez portugueses sofrem de perturbações psiquiátricas e o país revela "um padrão atípico, em termos europeus", de prevalência destas doenças, com números que se aproximam dos dos Estados Unidos, o país com a maior taxa de população com doenças mentais no mundo.
De seguida apresento alguns contributos para a identificação de casos que alimentam este designado - "padrão atipico":
Escutas. O "caso das escutas" em Belém foi o ponto mais baixo do primeiro mandato presidencial de Cavaco Silva. As alegadas suspeitas de conspiração provenientes do governo fizeram manchete no "Público" a um mês das legislativas de 2009, mas viriam a ser desmascaradas no "DN", na semana antes das eleições, com a revelação da fonte de todo o caso: o assessor de Cavaco Silva, Fernando Lima, que viria a ser demitido, mas que continua em Belém. O assunto passou a ser tabu.
Com um presidente da República que adora brincar ao jogo das estátuas e mandar "calduços" aos que se ousam mexer na frente dele, estamos perante um evidente e gravíssimo caso do foro psiquiátrico que vive no admirável mundo da impunidade, da conspiração e do tabu. (não confundir com tatu)
Para além de ser o politico à mais anos em actividade na vida politica nacional, continua a desempenhar as suas funções, segundo o próprio - sem qualquer profissionalismo e com um elevado amadorismo...
"A corrupção é uma ameaça à estabilidade e segurança das sociedades, na medida em que mina as instituições e os valores da democracia, os valores éticos e a justiça e na medida em que compromete o desenvolvimento sustentável e o Estado de direito", lê-se no site https://simp.pgr.pt/dciap/denuncias.
A isto se chama bufaria... mais um caso gravíssimo do foro psiquiátrico que demonstra mais uma vez o perfil típico da Histeria colectiva que se vive neste país.
Last but not least:
(*esta última expressão inspirada nas ultimas postas do amigo Simões)
Por falar em esquizofrenia, não poderia acabar esta bela posta insana sem dar os devidos créditos a este grande "Movimento" da academia aveirense:
O movimento Pensar na Prática é um grupo aberto e independente formado por estudantes da Universidade de Aveiro, regido pelos valores da participação activa. Surge com o intuito de criar na UA um espaço de discussão e debate, rentabilizando a massa crítica de cada um e, sempre que necessário, constituindo-se como um movimento de contestação.
Confundir valores com acções, "massa critica" com activos, necessidade com caprichos e contestação com brincar ao faz de conta ou ás "casinhas de bonecas", é uma demonstração de como a doença já vai avançada na mente brilhante destes putativos candidatos a algo ou alguma coisa lá para os lados da Agra do Castro...
Na prática, pensem ou consultem um psiquiatra antes de escreverem o quer que seja.
No fundo não escrevam como se os estudantes da UA fossem uns carneirinhos esquizofrénicos como vocês.
Afinal o "padrão atípico" que se falava na noticia inicial não é assim tão atípico aqui para os lados do manicómio do Grifo...
Isto anda mesmo tudo doido!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
AAUAv e a prática de pensar III
Por momentos, fiquei com a sensação de que alguém do CICUA poderia estar envolvido no movimento, ou pelo menos na sua faceta cibernética inoperante.
é só clicar que fica maior...
Em todo o caso, e porque sou simpático, já alterei a ligação na barra lateral. E talvez porque não será esta a minha última referência ao novo thinktank da comunidade académica aveirense...
é só clicar que fica maior...
Em todo o caso, e porque sou simpático, já alterei a ligação na barra lateral. E talvez porque não será esta a minha última referência ao novo thinktank da comunidade académica aveirense...
segunda-feira, 15 de novembro de 2010
na sequência das postas anteriores
Facebook Upgrades E-Mail to a ‘Modern Messaging System’
Isto de usar redes sociais tem vantagens e desvantagens, e convém ter muito cuidado com o que se publica, sobretudo num bicho como o facebook, que é um buraco negro de informação: tudo entra e lá fica.
Agora, correspondência nas mãos dessa gente? Com o próprio motor a decidir onde vão parar as coisas? Não creio...
em terra de chibos, quem é o rei?
Decerto já sabeis que a PGR criou um serviço de denúncia que permite aos trolls encaralhar a vida de quem não gostam. Conhecido o gosto do rebanho nativo pelo escárnio e maldizer, patente em qualquer caixa de comentários de qualquer jornal online, adivinha-se uso e abuso da ferramenta.
Mas não estou a sugerir nada.
Mas não estou a sugerir nada.
sedilúvio
Graças ao novo Bibelô e às suas rebuscadas referências, encontrei uma pérola semântica no dicionário recomendado...
aproveito para dedicar isto aos douchebags que nos vão ter de aturar até meados de Dezembro.
aproveito para dedicar isto aos douchebags que nos vão ter de aturar até meados de Dezembro.
domingo, 14 de novembro de 2010
nova intendência
Ai não reparam nas alterações?
Então vejam lá se não aparecem mais umas coisas aqui pelos cantos, mormente e nomeada, aqui em baixo deste desperdício de caracteres?
PS: então eu aviso que vamos ter autores novos, um deles apresenta-se e vocês dão-me os parabéns? Ensandeceram? Ainda não cheguei a esse nível de esquizofrenia, porra!
Então vejam lá se não aparecem mais umas coisas aqui pelos cantos, mormente e nomeada, aqui em baixo deste desperdício de caracteres?
PS: então eu aviso que vamos ter autores novos, um deles apresenta-se e vocês dão-me os parabéns? Ensandeceram? Ainda não cheguei a esse nível de esquizofrenia, porra!
Emprenhar* pelos ouvidos, entre outras coisas...
O Jornal (pasquim) Público de sexta-feira, munido do seu grande sentido de serviço público avança com esta noticia em jeito de - Ora aqui está uma coisa da qual vocês nunca tinham ouvido ou pensado e nós vamos ser os primeiros a falar, para vosso espanto e admiração... Mas uma cena mesmo espectacular, do outro mundo, ora leiam:
"Escolher ficheiro, pôr auscultadores, accionar. Ouve-se um som diferente em cada lado. Aqueles ruídos comercializam-se na Internet como e-drugs - drogas digitais. Têm nomes sugestivos: Orgasm, Peyote, Marijuana, Cocaine, Opium... Há quem lhes atribua sensações de relaxamento, euforia, transe. Mas pode o som estimular o cérebro ao ponto de causar um efeito semelhante ao de drogas como a cannabis, o ópio, a cocaína ou o LSD?"
Entre várias alucinações da própria jornalista - Ana Cristina Pereira - e de supostas pessoas, doutores e tudo, entre elas uma com o nome de código - "Sweet Lemon" - (no meu dicionário cibernético normalmente dava-se a designação - nickname - ou em português/brasileiro - alcunha - mas sem problema, eu gosto sempre de um cheirinho a mistério, a lembrar os bons velhos tempos da guerra fria e da espionagem)
- Vejam bem esta descrição da TRIP monumental da suposta "pessoa", ou de um outro animal qualquer, com o nome de código - "Sweet Lemon":
"Rebenta com a minha cabeça, não a expande apenas. Acabei agora de experimentar o Peyote e foi esquisito. Finalmente, parei de pensar no que ia acontecer enquanto ouvia [aquela música] e bum. Bateu. Reparei como a linha onde a parede e o tecto se tocam era engraçada. Parei de focar e vi sangue roxo a escorrer pelo canto da minha visão periférica. Olhei para trás e desapareceu e vi a outra parede tornar-se roxa e, depois, as luzes tinham chamas roxas a atravessar o tecto. Vinte minutos de loucura. Experimenta!"
Vinte minutos de loucura?!?!?! só??????????? Fraquinho.
Nada que se compare com a "é-droga" que dá pelo nome de código - Quim Barreiros - administrada via intravenosa. Que o digam os nossos colegas universitários, verdadeiros narcóticos assumidos desta droga estupidificante - são anos e anos de prazer...sem parar!!
Quem nunca *emprenhou pelos ouvidos que atire a primeira pedrada...
Por fim, convido-os a ler a noticia até ao fim.
Jornal Público, um pasquim ao Serviço da Esquizofrenia Colectiva!
sábado, 13 de novembro de 2010
Quem és tu, e para que vens nobre... coiso?!?
Ao sexto dia da semana o coiso chegou à Causa das Coisas!
Toda a coisa tem de ter um coiso para ser completa!
As coisas são compostas de coisas e também de coisos para procriarem e criar coisinhas.
Até a matéria tem a anti-matéria para lhe chegar a roupa ao pêlo.
Logo, toda a causa precisa de um coiso e de uma coisa para se reproduzir e ser em toda a sua plenitude:
Coisas da Causa!
O Grande Criador das Coisas da Causa - Simões - convidou-me para coisar na causa.
Virou-se para mim num belo dia chuvoso e disse:
"È pá, a causa precisa de qualquer coisa... assim um toque especial... tipo, um coiso idiota, assim como tu."
È nesse momento que o camarada Simões munido da sua força interior fulgurante, pungente e instintivamente apurada me lança este repto, de valor curricular inimaginável, para ser o tal - O tal coiso na Causa.
para ser aquele bibelô no cantinho da sala que toda a gente acha dispensável, que ninguém percebe qual a sua função ou necessidade, mas que ninguém tem a coragem de deitar fora.
Aquele coiso que tudo ouve e nada diz.
Pois eu, declaro aqui solenemente, através deste periférico nauseabundo, munido de todo este espírito que só as coisas da causa possuem:
- irei demonstrar como um bibelô fofo, inofensivo, mudo e terrivelmente idiota se irá transformar num justo e impagável defensor da Causa.
Serei um Bibelô Selvagem!
È neste instante que:
Ao sexto dia da semana, a causa se torna selvagem!
(porque ao sétimo já toda a gente sabe o que aconteceu... ou não...)
E aqui fica uma apresentação credível e cheia de esperança, em que se demonstra que os bibelôs também merecem ser Causas e que o coiso é no fundo um penduricalho incómodo que vai andar por aqui a chatear muitas cómodas e chaleiras que se dizem intocáveis por essas salas mundo fora.
No fundo vai andar por aí a partir a loiça toda! ou não...
Deixo essa avaliação a vosso cargo, ilustres defensores e acérrimos comentadores/leitores/produtores de coisas deste blogue à beira Ria plantado - O "Coisas da Causa".
E é assim... coiso.(ponto)
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
AAUAv e a prática de pensar II
48 horas depois do início da AGA, não há novas movimentações e o facebook ficou mais pobre.
Na prática, penso que é isso...
Na prática, penso que é isso...
intendência
A lateral foi regenerada, actualizada, expurgada, revista e aumentada. Mais novidades em breve.
Editorial
Há uma dúzia de autores registados neste espaço. As suas contribuições podem não ser tão regulares como as minhas mas orgulho-me de poder contar com elas de tempos a tempos. Aproveito, assim, para informar que convidei mais pessoas a escrever no Coisas da Causa. Espero poder contar com o contributo deles também.
E quando falo em contributos, falo tanto em postas como comentários. O ar é de todos. Excepto dos trolls e dos spammers.
E quando falo em contributos, falo tanto em postas como comentários. O ar é de todos. Excepto dos trolls e dos spammers.
mais jornalismo de merda
Quem ler isto fica a pensar que foi na Áustria. Na verdade, pode bem ter sido. Não está explícito em lado nenhum a que universo se referem.
Evidentemente, quando é esta a imprensa que devia fiscalizar o exercício de poderes públicos, estamos um pouco mais na merda.
Evidentemente, quando é esta a imprensa que devia fiscalizar o exercício de poderes públicos, estamos um pouco mais na merda.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
AAUAv e a prática de pensar
Confesso que tinha saudades de assistir a um espectáculo destes. É triste, sem dúvida, mas levemente nostálgico. Quando eu ingressei nesta Escola Superior de Ciências do Grifo, ainda estes eventos davam pelo nome de RGA. Havia comunistas a acampar em frente às residências, caldo verde e bifanas para 200 pessoas, ruas cortadas para uma manifestação de largas centenas e uma saudável, embora residual, cultura de contestação.
Ao fim de alguns anos de envolvimento, a podridão cansou-me. As jotinhas ganharam um poleiro, da mesma forma que ganharam o país, e eu fui dar uma volta ao bilhar grande. Acabei por abraçar outros projectos, mas mantendo-me atento e minimamente crítico em relação ao evoluir da AAUAv enquanto estrutura representativa dos estudantes.
Não vou repetir o diagnóstico que qualquer caralho com dois dedos de testa consegue fazer à estrutura e seus órgãos sociais. Basta salientar que é periódico, ou seja, repete-se a intervalos regulares ao longo do tempo.
Há movimentos e movimentações, reuniões conspirativas, lavagem de roupa suja, eleições com atropelos democráticos flagrantes, ameaças de impugnação, resignação azeda, movimentos de reacção (duração média de duas semanas), silêncio durante meses, voltam os movimentos e movimentações e o ciclo completa-se.
O aparecimento deste movimento encaixa perfeitamente no perfil clássico, as tácticas são bem conhecidas e as intenções dos intervenientes serão até boas, embora as dos impulsionadores, personagens sombrias, dificilmente o sejam.
Clamam pela abertura da AAUAv ao universo dos estudantes, quando a experiência do passado mostra claramente que todo o grupo bem-intencionado se torna autista quando se instala no Crasto. As campanhas eleitorais são venenosas e resumem-se a contabilidade de cabeças de gado arregimentadas pelos cromos da praxe. Pontualmente, aplicam-se autocolantes a um traseiro particularmente famoso na Academia.
Quando me vêm falar da importância do associativismo e da participação, assumo de imediato que se trata de ainda mais poeira para os olhos. O sentido de oportunidade não é inocente, por muito que o clamem, e as pessoas são incapazes de tomar iniciativa sem apontar aos outros culpas mais graves que as que lhes foram, são e serão apontadas.
O facebook e o Blogger são gratuitos todo o ano. Acham que são diferentes? Eis uma excelente altura para o provar. Comecem por tirar a cabeça do cu.
Ao fim de alguns anos de envolvimento, a podridão cansou-me. As jotinhas ganharam um poleiro, da mesma forma que ganharam o país, e eu fui dar uma volta ao bilhar grande. Acabei por abraçar outros projectos, mas mantendo-me atento e minimamente crítico em relação ao evoluir da AAUAv enquanto estrutura representativa dos estudantes.
Não vou repetir o diagnóstico que qualquer caralho com dois dedos de testa consegue fazer à estrutura e seus órgãos sociais. Basta salientar que é periódico, ou seja, repete-se a intervalos regulares ao longo do tempo.
Há movimentos e movimentações, reuniões conspirativas, lavagem de roupa suja, eleições com atropelos democráticos flagrantes, ameaças de impugnação, resignação azeda, movimentos de reacção (duração média de duas semanas), silêncio durante meses, voltam os movimentos e movimentações e o ciclo completa-se.
O aparecimento deste movimento encaixa perfeitamente no perfil clássico, as tácticas são bem conhecidas e as intenções dos intervenientes serão até boas, embora as dos impulsionadores, personagens sombrias, dificilmente o sejam.
Clamam pela abertura da AAUAv ao universo dos estudantes, quando a experiência do passado mostra claramente que todo o grupo bem-intencionado se torna autista quando se instala no Crasto. As campanhas eleitorais são venenosas e resumem-se a contabilidade de cabeças de gado arregimentadas pelos cromos da praxe. Pontualmente, aplicam-se autocolantes a um traseiro particularmente famoso na Academia.
Quando me vêm falar da importância do associativismo e da participação, assumo de imediato que se trata de ainda mais poeira para os olhos. O sentido de oportunidade não é inocente, por muito que o clamem, e as pessoas são incapazes de tomar iniciativa sem apontar aos outros culpas mais graves que as que lhes foram, são e serão apontadas.
O facebook e o Blogger são gratuitos todo o ano. Acham que são diferentes? Eis uma excelente altura para o provar. Comecem por tirar a cabeça do cu.
AGA sem agá XI
Ninguém põe ordem neste gathering.
É porque passou o ponto e falam outra vez no ponto e propõe-se regressar ao ponto e, assim de repente, encerra-se o ajuntamento.
Cheira a prostituta política.
Daqui a 7 meses há mais.
É porque passou o ponto e falam outra vez no ponto e propõe-se regressar ao ponto e, assim de repente, encerra-se o ajuntamento.
Cheira a prostituta política.
Daqui a 7 meses há mais.
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
AGA sem agá IX
Fui lá fora onde a discussão estava mais animada. Ao meu regresso, o colega João Rosa (esse colosso associativo) desafia os elementos da anterior Direcção a rebater ou justificar discrepâncias em execução orçamental. Após silêncio ensurdecedor, o coiso da Mesa dá o ponto como encerrado. O colega exige cabal explicação. A defesa ficou ao cargo do contabilista.
AGA sem agá VIII
Chega-me agora a informação de que isto está de facto recheado de jotinhas. Totalmente inesperado.
AGA sem agá VII
Porreiro, pá. Mais folhas de cálculo. Curiosamente, fala agora outro gajo pouco carismático que gostava de fazer algumas considerações relativamente a alguns assuntos.
Fazem o Teixeira dos Santos parecer o Tommy Lee. Até falam num funcionário que está a mais. Mel. Se estivesse aqui alguém do PS, podia ficar ofendido.
Fazem o Teixeira dos Santos parecer o Tommy Lee. Até falam num funcionário que está a mais. Mel. Se estivesse aqui alguém do PS, podia ficar ofendido.
AGA sem agá VI
Distraí-me quando um senhor pouco carismático sentado ao topo da mesa começou a falar da liquidez geral (que é calculada dividindo o activo circulante pelas dívidas a terceiros) e demais indicadores oficiais da instituição. Naturalmente, há prova documental que não é elegível para efeito contabilístico.
Nunca fui muito adepto desta personagem enquanto maioral da casa a sul do esteiro, mas a sua capacidade de induzir narcolepsia recomenda-o fortemente para as funções que actualmente exerce, que é ser secante no Conselho Geral.
Um grande bem-haja, e que seja breve.
Nunca fui muito adepto desta personagem enquanto maioral da casa a sul do esteiro, mas a sua capacidade de induzir narcolepsia recomenda-o fortemente para as funções que actualmente exerce, que é ser secante no Conselho Geral.
Um grande bem-haja, e que seja breve.
AGA sem agá V
PONTO DE ORDEM À MESA
O colega João Rosa volta a marcar um ponto com um ponto. Tentou pegar um touro em pontas e já mais ninguém vai ter mão nisto. Esquizofrenia. De caminho, adia-se uma salganhada para depois das restantes salganhadas.
Proponho assim instituir e atribuir um galardão para premiar a incompetência do coiso que preside a este ajuntamento. Faz ultimatos. Leiloeiro.
O colega João Rosa volta a marcar um ponto com um ponto. Tentou pegar um touro em pontas e já mais ninguém vai ter mão nisto. Esquizofrenia. De caminho, adia-se uma salganhada para depois das restantes salganhadas.
Proponho assim instituir e atribuir um galardão para premiar a incompetência do coiso que preside a este ajuntamento. Faz ultimatos. Leiloeiro.
AGA sem agá IV
PONTO DE DEFESA DE HONRA!
Insinua-se uma crítica aos recadinhos, porque, para bom entendedor...
Insinua-se uma crítica aos recadinhos, porque, para bom entendedor...
AGA sem agá III
Toma a palavra o colega na tentativa de esclarecer a questão acerca da qual foi interpelado por um colega que não se sente esclarecido com o esclarecimento anterior, que remetia para uma tomada de posição tornada pública no site da AAUAv.
Que é como quem diz, tudo em águas de bacalhau. Que, por sinal, é salgada.
Que é como quem diz, tudo em águas de bacalhau. Que, por sinal, é salgada.
AGA sem agá II
Muitos pedidos de esclarecimento, uma tremenda vontade por parte dos alunos de se inteirarem das actividades e tomadas de posição da Direcção.
Até agora, nenhuma interpelação acerca da heptamensalidade destas confraternizações.
Até agora, nenhuma interpelação acerca da heptamensalidade destas confraternizações.
AGA sem agá
Depois de um apressado agitar das académicas e salgadas águas, a Academia volta a reunir. Há uma presunção de analfabetismo no ar.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
abriu a caça ao jotinha
e ao fim de 19 horas era isto e uma frase genial:
"0 people like this"
a pré-campanha adivinha-se engraçada...
sábado, 30 de outubro de 2010
terça-feira, 19 de outubro de 2010
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
foi de relance
mas acho que entrevi uma expressão característica dum desses heróis que andaram a pavimentar o caminho para a independência do Portugal Superior. Mais concretamente no instante 3:33, ou não fosse meio diabólico...
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
a internet mudou muito nestes últimos anos
No webcomic mais genial da rede, encontram-se dois magníficos mapas das comunidades online em 2007 e 2010. Comparem o tamanho do facebook, é hilariante!
O mapa de 2007 inspirou ainda um outro autor a descrever a rede hoje em dia desta forma.
E tu, de que parte da internet vens?
quarta-feira, 6 de outubro de 2010
de volta ao País
Regressei ontem a Portugal, depois de ter passado uns dias numa bela localidade chamada Alcalá de Henares, nas cercanías de Madrid. Encontrei lá, espanto!, qualidade de vida.
Entretanto, enquanto os monárquicos se mascaram de Darth Vader e os republicanos gastam dinheiro em bigodes postiços, segue a sangria a que alguns chamam "medidas de austeridade".
Sugiro, pois, que leiam um interessante post do Eugénio Rosa:
A receita e despesa pública portuguesa estão em linha com a média da UE
No momento em que a ideologia dominante nos quer tornar na Argentina de há não muito tempo atrás, há que recusar tanta mentira. Isto vai piorar para quase todos, e a acefalia reinante é a maior responsável. Acordem!
Entretanto, enquanto os monárquicos se mascaram de Darth Vader e os republicanos gastam dinheiro em bigodes postiços, segue a sangria a que alguns chamam "medidas de austeridade".
Sugiro, pois, que leiam um interessante post do Eugénio Rosa:
A receita e despesa pública portuguesa estão em linha com a média da UE
Contrariamente ao que Sócrates, a direita e o pensamento económico neoliberal dominante nos media procuram fazer crer à opinião pública, o problema mais grave que o País enfrenta neste momento não é o da receita e da despesa pública serem elevadas, mas sim o da divida ao estrangeiro ser incomportável para o País e não parar de crescer a um ritmo elevado.
Em 2009, segundo dados do Eurostat a receita pública em Portugal representou 41,6% do PIB, quando na UE27 foi, em média, 43,9% do PIB. Em relação à despesa pública, no mesmo ano, e segundo também o serviço de estatística da U.E., ela em Portugal atingiu 51% do PIB, quando na UE27 correspondeu em média a 50,7%. Portanto, em Portugal, tanto a receita como a despesa pública estão em linha com a média dos países das U.E, embora exista, do lado receita, uma profunda injustiça fiscal e, do lado da despesa, má utilização de uma parte dela. A direita e os defensores do pensamento económico único nos media mentem descaradamente quando afirmam que a receita e a despesa pública em Portugal são muito mais elevadas do que na U.E.
No momento em que a ideologia dominante nos quer tornar na Argentina de há não muito tempo atrás, há que recusar tanta mentira. Isto vai piorar para quase todos, e a acefalia reinante é a maior responsável. Acordem!
terça-feira, 28 de setembro de 2010
humor de calibre elevado
Blackwater in Kabul, or Eric Cartman Gets an AK-47
The Senate Armed Services Committee is holding a hearing today on Paravant, a previously little-known subsidiary of Xe Services (aka Blackwater). It caps a six-month investigation by the committee, and it promises to be a doozy.
(...) Paravant employees were supposed to be helping train Afghan security forces. But according to the committee investigation, Paravant employees were also indulging in extracurricular activities like joyriding with automatic weapons, and treating an Afghan National Police arsenal like their own personal weapons stash.
(...) Another issue the committee probed was Bunker 22, an armory near the notorious Pol-e-Charki prison that held weapons meant for the Afghan National Police. According to the committee investigation, more than 200 AK-47s were taken out of Bunker 22 in September 2008 and signed for by a Paravant/Blackwater employee named “Eric Cartman.” Some of the weapons apparently withdrawn by our favorite South Park character were unaccounted for for months afterward, according to the committee.
segunda-feira, 27 de setembro de 2010
sábado, 25 de setembro de 2010
terça-feira, 7 de setembro de 2010
incendiários
Tennessee mosque fire 'was arson', investigators say
A fire that damaged construction equipment at the site of a Tennessee Islamic centre has been ruled arson.
Officials in Murfreesboro have offered a $20,000 (£13,000) reward for help finding the person they say doused a lorry in diesel and then ignited it.
Radical Islam is world's greatest threat - Tony Blair
Former UK Prime Minister Tony Blair has described radical Islam as the greatest threat facing the world today.
He made the remark in a BBC interview marking the publication of his memoirs.
Mr Blair said radical Islamists believed that whatever was done in the name of their cause was justified - including the use of chemical, biological or nuclear weapons.
Mr Blair, who led Britain into war in Afghanistan and Iraq, denied that his own policies had fuelled radicalism.
Impressionante como certas pessoas continuam em liberdade.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
isto já nem é silly
Acabo de ouvir no noticiário que o preço da electricidade vai aumentar porque o governo subsidiou empresas energéticas. Empresas que foram subsidiadas e portanto aumentam o preço. Ter-me-á escapado algo neste processo.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
How hard is it to climb Mount Kilimanjaro?
Sem querer denegrir o esforço dos senhores da "posta" anterior...
A phalanx of celebrities is climbing Kilimanjaro, Africa's highest peak, for Comic Relief. But if Chris Moyles can make the ascent, is it really easy?
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
silly season, round 4
With one good leg, US veterans climb Mount Kilimanjaro
Ao pé destes gajos, o Garcia é paneleiro.
Three US amputee veterans have climbed Mt Kilimanjaro, enduring tumbles and sores to reach Africa's highest peak with only one good leg among them.
(...) The hikers were Dan Nevins, 37, who lost his legs in Iraq; Neil Duncan, 26, who lost both legs in a roadside bomb attack in Afghanistan in 2005; and Kirk Bauer, 62, who lost a leg in Vietnam in 1969.
Ao pé destes gajos, o Garcia é paneleiro.
silly season, round 2
Bruxelas prepara maço de tabaco branco
Man grows pea plant inside lung
Comi ervilhas ao jantar e vou fumar um Português à varanda.
"Um maço de ‘fumar mata’, se faz favor": é isto que os fumadores europeus vão passar a dizer, em breve, no quiosque onde compram os cigarros se for adotada a proposta da Comissão Europeia para eliminar todos os logótipos e demais elementos distintivos da rotulagem dos maços de tabaco – exceto, evidentemente, as referências sanitárias.
Man grows pea plant inside lung
Ron Sveden had been battling emphysema for months when his condition deteriorated.
He was steeling himself for a cancer diagnosis when X-rays revealed the growth in his lung.
Doctors believe that Mr Sveden ate the pea at some point, but it "went down the wrong way" and sprouted.
Comi ervilhas ao jantar e vou fumar um Português à varanda.
silly season, round 1
Combatendo a postopreguiça que me tem tolhido os movimentos, decidi coligir aqui umas pérolas que tenho lido nos últimos tempos...
Turkish man accused of wife beating in NZ 'was dancing'
Para que não sobrem dúvidas, a defesa do homem deriva da defesa de um bando de bêbados que foram apanhados pela polícia na costa do Mar Negro. E provavelmente foi a correr escrever isto para sustentar melhor a sua versão dos acontecimentos.
Votos de sucesso, e melhoras à esposa.
Turkish man accused of wife beating in NZ 'was dancing'
Allaetin Can said witnesses mistook the dance for domestic violence as it involved moves that resemble punches, kicks, slaps and choking.
The dance, named the kolbasti, is thought to have been first performed by drunks in a Black Sea resort town.
The name translates as "caught red-handed by the police".
Para que não sobrem dúvidas, a defesa do homem deriva da defesa de um bando de bêbados que foram apanhados pela polícia na costa do Mar Negro. E provavelmente foi a correr escrever isto para sustentar melhor a sua versão dos acontecimentos.
Votos de sucesso, e melhoras à esposa.
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