"Perante este estado de coisas não vai ser declarado o estado de calamidade", afirmou Conceição Estudante, Secretária Regional do Turismo e Transportes.
A responsável falava durante uma conferência de imprensa onde foram atualizados os números das vítimas.
O último balanço do governo regional dava conta de 42 mortos, 24 já identificados, um deles é uma cidadã de nacionalidade britânica.
De acordo com a mesma fonte, estão 18 cadáveres por identificar e o governo regional pede a quem tenha ainda familiares ou conhecidos desaparecidos que para se dirigir à morgue instalada debaixo da pista do aeroporto internacional da Madeira.
Quatro pessoas continuam desaparecidas, 18 estão hospitalizadas e 150 desalojados.
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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
calamidade seria que se soubesse lá fora
Governo regional recusa decretar estado de calamidade
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
médicos do panamá no desemprego?
Panama dismisses Cuban eye specialists - health minister
Qualquer semelhança com a realidade local é pura coincidência.
Panama has terminated the activity of Cuban eye specialists involved in free surgery for poor patients and demands that they leave the country by the end of April, the Panamanian health minister said.
Cuban ophthalmologists performed surgery on poor Panama residents free of charge in line with an intergovernmental cooperation agreement. Over 50,000 surgical operations have been carried out as part of Operation Miracle. Cuba implements similar programs in 29 countries.
"The Cuban program will be replaced by national project Vision 20-20 to be implemented by Panamanian doctors," Franklin Vergara said.
He indicated no reason for the move, but local media said the decision could have been made under pressure from Panamanian medical elite whose representatives had demanded the program shut down as free-of-charge medical aid threatened their economic interests.
Qualquer semelhança com a realidade local é pura coincidência.
terça-feira, 15 de setembro de 2009
change is so awesome
Obama renews Cuba trade embargo
US President Barack Obama has extended the 47-year-old trade embargo against Cuba for another year.
In a statement, Mr Obama said that it was in the US national interest to extend the Trading With The Enemy Act which covers the trade embargo.
It is largely a symbolic step because the final decision rests with Congress.
Under legislation from 1996, the Helms-Burton Act, the embargo can only be lifted when Cuba is deemed to have begun a democratic transition.
Cuba has been under a financial, trade and travel ban since 1962 - one of the last surviving remnants of the Cold War.
Gosto do pormenor da transição democrática, vindo do país que vem, mas enfim. Change. Amanhã.
domingo, 11 de maio de 2008
e por falar em Morales
Já que falei do homem, fica aqui uma entrevista do presidente boliviano no Daily Show:
por isso não sou filiado
No jornal Avante! leio um artigo acerca dum referendo autonómico na Bolívia.
Abreviando, pelo que tenho lido, trata-se duma zona muito rica na Bolívia que não está muito à vontade com as nacionalizações de recursos naturais promovidas pelo Presidente Evo Morales, e que pretende resguardar os seus interesses referendando um plano autonómico que possa impedir o Estado de avançar com reformas nessa zona. Parece que isso é ilegal, e que há fraudes no processo.
No Avante! a ilegalidade do referendo e a manipulação de resultados são denunciadas:
A evidenciar a fraude cometida pela reacção estão as provas apresentadas pelo Comité Popular do bairro Plan Tres Mil no próprio dia da consulta. Concentrados nos principais acessos àquela zona da cidade de Santa Cruz, os moradores mobilizaram-se numa manifestação contra o referendo e mostraram perante repórteres nacionais e estrangeiros duas dezenas de urnas repletas de boletins assinalados com Sim.
Os habitantes contaram que quando se apoderaram das urnas como forma de protesto face ao acto ilegal, descobriram que os receptáculos haviam sido previamente recheados de cédulas dando a vitória ao projecto separatista.
Até aqui vou concordando, mais com a substância do que com a forma. Aliás, oponho-me por sistema à manutenção de desigualdades sociais, económicas e outras. Mas a análise descamba num outro ponto:
A sustentar a leitura de Morales está o facto dos dados apurados, quando comparados com anteriores sufrágios, revelarem que a abstenção praticamente triplicou, cifrando-se em cerca de 40 por cento dos quase um milhão de eleitores. A esmagadora maioria dos opositores ao referendo secessionista em Santa Cruz recusou-se a comparecer às urnas.
Acresce, explicou o presidente boliviano, que se a esta percentagem somarmos os 14 por cento obtidos pelo Não, concluímos que, mesmo num quadro de hostilidade extrema, violência física enfrentada pelas forças progressistas, e fraude comprovada, o projecto defendido pela oligarquia «cruceña» para a mais rica região da Bolívia foi, na realidade, derrotado.
A abstenção costuma ser a puta dos sufrágios. Toda a gente faz dela o que quer. Há também as vitórias morais, igualmente populares em Portugal. Isto lembra-me a ressaca do referendo do aborto, em que assistimos a avalanches de desonestidade intelectual em matéria de interpretação de resultados eleitorais. Comentei isto na altura, e volto a fazê-lo, agora com excerto:
Defensores do “não” pedem ao Presidente veto da lei do aborto
A presidente da Federação Portuguesa pela Vida, Isilda Pegado, disse nessa ocasião que os apoiantes do “não” somam três milhões contra a lei aprovada “ilegitimamente” pelo Parlamento, juntando a cada um dos seus votos no referendo o voto de um português por nascer.
“Fomos um milhão e 500 mil portugueses que dissemos não a esta lei. Mas se a nós juntarmos mais um por nascer por cada voto nosso, teremos seguramente mais de três milhões de portugueses”, afirmou Isilda Pegado, em nome dos movimentos do “não”.
A democracia, meus caros, é o sistema de governo que nos faz engolir sapos numa razão de proporcionalidade directa com a distância ao centrão do espectro político. Certos argumentos chegam a ser patéticos. Convém evitá-los a todo o custo para um combate político mais eficaz, e assumo que seja isso que pretendam.
Abreviando, pelo que tenho lido, trata-se duma zona muito rica na Bolívia que não está muito à vontade com as nacionalizações de recursos naturais promovidas pelo Presidente Evo Morales, e que pretende resguardar os seus interesses referendando um plano autonómico que possa impedir o Estado de avançar com reformas nessa zona. Parece que isso é ilegal, e que há fraudes no processo.
No Avante! a ilegalidade do referendo e a manipulação de resultados são denunciadas:
A evidenciar a fraude cometida pela reacção estão as provas apresentadas pelo Comité Popular do bairro Plan Tres Mil no próprio dia da consulta. Concentrados nos principais acessos àquela zona da cidade de Santa Cruz, os moradores mobilizaram-se numa manifestação contra o referendo e mostraram perante repórteres nacionais e estrangeiros duas dezenas de urnas repletas de boletins assinalados com Sim.
Os habitantes contaram que quando se apoderaram das urnas como forma de protesto face ao acto ilegal, descobriram que os receptáculos haviam sido previamente recheados de cédulas dando a vitória ao projecto separatista.
Até aqui vou concordando, mais com a substância do que com a forma. Aliás, oponho-me por sistema à manutenção de desigualdades sociais, económicas e outras. Mas a análise descamba num outro ponto:
A sustentar a leitura de Morales está o facto dos dados apurados, quando comparados com anteriores sufrágios, revelarem que a abstenção praticamente triplicou, cifrando-se em cerca de 40 por cento dos quase um milhão de eleitores. A esmagadora maioria dos opositores ao referendo secessionista em Santa Cruz recusou-se a comparecer às urnas.
Acresce, explicou o presidente boliviano, que se a esta percentagem somarmos os 14 por cento obtidos pelo Não, concluímos que, mesmo num quadro de hostilidade extrema, violência física enfrentada pelas forças progressistas, e fraude comprovada, o projecto defendido pela oligarquia «cruceña» para a mais rica região da Bolívia foi, na realidade, derrotado.
A abstenção costuma ser a puta dos sufrágios. Toda a gente faz dela o que quer. Há também as vitórias morais, igualmente populares em Portugal. Isto lembra-me a ressaca do referendo do aborto, em que assistimos a avalanches de desonestidade intelectual em matéria de interpretação de resultados eleitorais. Comentei isto na altura, e volto a fazê-lo, agora com excerto:
Defensores do “não” pedem ao Presidente veto da lei do aborto
A presidente da Federação Portuguesa pela Vida, Isilda Pegado, disse nessa ocasião que os apoiantes do “não” somam três milhões contra a lei aprovada “ilegitimamente” pelo Parlamento, juntando a cada um dos seus votos no referendo o voto de um português por nascer.
“Fomos um milhão e 500 mil portugueses que dissemos não a esta lei. Mas se a nós juntarmos mais um por nascer por cada voto nosso, teremos seguramente mais de três milhões de portugueses”, afirmou Isilda Pegado, em nome dos movimentos do “não”.
A democracia, meus caros, é o sistema de governo que nos faz engolir sapos numa razão de proporcionalidade directa com a distância ao centrão do espectro político. Certos argumentos chegam a ser patéticos. Convém evitá-los a todo o custo para um combate político mais eficaz, e assumo que seja isso que pretendam.
quinta-feira, 20 de março de 2008
my name is Bond, Juán Bond
Police in Mexico have come across a new weapon being used by the country's drug cartels - a James Bond-style vehicle complete with gadgets designed to deter arrest.
Espectacular! Acho que também vou minar a minha Rēzna para ver se consigo fazer cenas assim:
Espectacular! Acho que também vou minar a minha Rēzna para ver se consigo fazer cenas assim:
sexta-feira, 14 de março de 2008
Prison Break versão chilena
Um túnel para fugir da prisão não é uma ideia nova, mas três presos em Colina II, no norte de Santiago do Chile, deram um toque de profissionalismo e sofisticação ao plano. Contrataram quatro homens, um deles com experiência nas minas de carvão, e pagaram-lhes para que construíssem um túnel de 125 metros até ao pátio da prisão, com entrada cimentada, vigas de madeira e ventilação. Faltava escavar menos de 40 metros quando o plano foi revelado.
O motor da economia chilena é a combinação obras públicas + tráfico de droga.
O motor da economia chilena é a combinação obras públicas + tráfico de droga.
segunda-feira, 3 de março de 2008
gradiente de seriedade
Partimos do desastre anunciado, com o Equador e a Venezuela a colocarem tropas nas fronteiras com a Colômbia, graças ao ataque contra as FARC; temos mais jogadas políticas nos Balcãs, sem Kosovo à mistura, porque a Grécia não curte a Macedónia; entramos no nonsense com as piores ideias políticas na Alemanha e o maior palhaço político na Rússia; terminamos com um gajo que se masturba em cima de bicicletas de mulher.
Queda para o degredo?
Queda para o degredo?
sábado, 5 de janeiro de 2008
Qual Fidel, qual quê?
Lembram-se daquele tralho fantástico do Fidel Castro? Houve agora um melhor. Não foi um degrau traiçoeiro, foram mesmo 47 andares...
Mr Moreno suffered severe brain, spine and abdomen injuries and both his legs, his right arm and ribs were broken. Mas sobreviveu e é gajo para voltar a andar, portanto caga nisso! 2008 a começar em grande!
Mr Moreno suffered severe brain, spine and abdomen injuries and both his legs, his right arm and ribs were broken. Mas sobreviveu e é gajo para voltar a andar, portanto caga nisso! 2008 a começar em grande!
domingo, 30 de dezembro de 2007
Contra o Acordo Ortográfico
Tomem lá 3 boas razões para manter o Português de Portugal e o Português do Brasil com ortografias distintas, com todo o respeito pelo povo Brasileiro, povo irmão. Se entre o Inglês falado no Reino Unido e nos Estados Unidos há diferenças ortográficas, porquê mudarmos nós? Mania de complicar a vida às pessoas...
domingo, 23 de dezembro de 2007
Lembram-se do Otto, n'Os Simpson?
Segundo o DN, na Argentina descobriram que o atraso regular dum autocarro escolar acontecia porque "(...) pelo caminho, o motorista, de 35 anos, costumava parar para ter relações com as seis docentes (...)".
Seis docentes - seis!
"(...) Um rapaz de 18 anos deu entrada num hospital de Saladas após uma crise de nervos. O rapaz acabara de ver uma fotografia da sua mãe com o motorista em pleno acto sexual."
Normalmente aqui entrava um comentário qualquer, mas perante isto, não sou capaz...
Seis docentes - seis!
"(...) Um rapaz de 18 anos deu entrada num hospital de Saladas após uma crise de nervos. O rapaz acabara de ver uma fotografia da sua mãe com o motorista em pleno acto sexual."
Normalmente aqui entrava um comentário qualquer, mas perante isto, não sou capaz...
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