Mostrar mensagens com a etiqueta coincidências. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta coincidências. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

jamé, o caralho!



Freeport prevê receber o dobro dos visitantes com o novo aeroporto em Alcochete
Vai ficar a pouco mais de cinco minutos do projecto do novo aeroporto de Lisboa e já traçou um plano para aproveitar a oportunidade que lhe caiu ao colo.

No Freeport de Alcochete está a nascer uma nova zona de escritórios que, lado a lado com uma reorientação do perfil comercial do outlet e com o novo público trazido pelo aeroporto, deverá duplicar até 2014 os quatro milhões de visitantes que o espaço recebe todos os anos.

E querem que eu acredite que o rapaz é certinho?

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

o regresso do falso lento

Pedro Barbosa falou aos jogadores
(...) Depois das conversas paralelas e do período de reflexão que teve lugar no dia seguinte ao empate no terreno do Vitória de Guimarães, com o presidente José Eduardo Bettencourt e mais alguns elementos da administração da SAD com o treinador e o director-desportivo, bem como os jogadores, ontem foi a vez de Pedro Barbosa se dirigir ao plantel, na presença de todos os elementos da equipa técnica.

(...) Esta foi, aliás, a primeira vez, desde que chegou à sua actual posição, que o director-desportivo se dirigiu directamente a todo o grupo de trabalho.

Ainda sou do tempo em que o Pedro Barbosa só jogava à bola em final de contrato. Mas não estou a insinuar nada.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

segunda-feira, 30 de março de 2009

exacto, maçãs



Polish lawmaker blames apples for drunken driving claims

On Sunday Marek Latas, a lawmaker for the conservative Law and Justice Party of former prime minister, Jaroslaw Kaczynski, was stopped by traffic police for a routine check and failed a breathalyzer test.

The breath test indicated the politician had 0.7 units of alcohol in his blood while the legal limit is 0.2 units. He claimed that he had eaten too many apples prior to getting behind the wheel, saying that apple juice is used to make alcoholic drinks such as cider.

"I am diabetic," he said, "and I did not drive while drunk. I ate several apples before driving."

The lawmaker, however, admitted that he "probably had a couple of glasses [of alcohol]" the day before he drove.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

domingo, 19 de outubro de 2008

separados à nascença redux

Polónia. O GÉMEO LECH FRETOU UM AVIÃO PARA IR A BRUXELAS

Presença inesperada do Chefe do Estado causou dores de cabeça

Duas semanas de fúria diplomática entre Presidência e Executivo polacos resultaram num dos episódios mais marcantes do último Conselho Europeu em Bruxelas - diga-se, antes, durante e depois. Em cima da mesa estava a incontornável crise financeira que assola o mundo, mas nem por isso Varsóvia deixou de se envolver numa querela - mais uma - entre primeiro-ministro, Donald Tusk, e Presidente, Lech Kaczynski, o gémeo solitário.

(...)

Na verdade, o Presidente Kaczynski não estava muito interessado em participar no debate sobre a crise, o grande tema da agenda europeia nas últimas semanas. O que o gémeo Lech queria de facto era entrar na sala para ouvir o que se diria sobre o Tratado de Lisboa. O mesmo com que concordou há um ano, na capital portuguesa, e que agora se recusa a ratificar jogando o ónus do futuro na Irlanda, que em Junho disse "não" ao tratado em referendo. Acabou por conseguir entrar na sala. Para isso, tanto o ministro dos Negócios Estrangeiros polaco como o das Finanças tiveram de abandonar a reunião para que a Polónia pudesse assumir uma estranha forma de alta representação bicéfala.


Invasões? Lembra-me algo...
AFINAL ERAM TRIGÉMEOS!


Roubou a lua e invadiu a cimeira...


Tropeçou num caracol e invadiu um estúdio...


Aliás, o estúdio do Dia Seguinte e as Cimeiras de Líderes da UE têm muitos pontos em comum, se pensarmos nisso. Resta saber quem era o Dias Ferreira em Bruxelas.

segunda-feira, 2 de junho de 2008

fogo mal posto VII

A SIC Radical leu-me os pensamentos, e agora estou a levar com piadas de bombeiros do Nilton, num Levanta-te e Ri de há largos anos.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Grémio Lisbonense III

Ainda a respeito do jovem agredido na esquadra... esse jovem é o , que eu conheço desde os tempos da primária. Sim, por alguma razão, eu conheço-os a todos (aliás, este eu estende-se a todos os autores do blogue, creio) e sempre que há confrontos com polícia, lá aparece uma cara familiar. Foi assim com o João, na Universidade de Coimbra em 2004.

Da próxima vez que vir malta na TV, espero que seja por melhores razões...

sábado, 19 de janeiro de 2008

Coincidências

Serviço de Infecciologia do Hospital de Curry Cabral.
18 de Janeiro de 2008

A horas demasiado obscenas para serem aqui ditas, e com um bico de pato asfixiante a proteger as vias respiratórias de possíveis microorganismos esvoaçantes, o meu colega Pedro e eu arrastámos os pés até à professora assistente:
- Vão colher a história do senhor da cama 17, que é interessante.
O senhor da cama 17 - chamemos-lhe Alexandre, nome falso que permite criar alguma empatia pela pessoa e manter simultaneamente a sua privacidade - estava num quarto isolado. Um calor avassalador atingiu-nos a cara qual onda de choque assim que abrimos a porta. Ele sorriu quando viu o nosso ar de lagosta em vias de cozedura, e falou-nos com sotaque brasileiro:
- Desculpa o calor, doutor. Mas eu gosto de ter o ar condicionado bem quentinho, que nem minha casa no Brasil.
Apresentámo-nos, perguntámos-lhe se não se importava de contar a sua história a dois estudantes de medicina, e abrimos as hostilidades: nome, idade, profissão, naturalidade, motivo de vinda ao hospital, caracterização dos sintomas, doenças anteriores, e todo esse interminável questionário a que a inexperiência nos obriga.
Enquanto eu examinava o Alexandre, o Pedro perguntou-lhe:
- Então, o senhor veio para Portugal porquê? Já conhecia aqui alguém, ou veio à aventura?
Ele hesitou. Estava nessa altura a medir-lhe a pulsação, e apercebi-me de um ligeiro aumento na sua frequência cardíaca. Depois, com um sorriso ligeiro que só atingia a cara do nariz para baixo (deixando os olhos inertes, fixos com um brilho baço de nostalgia), contou-nos:
- Eu na verdade fui para a Inglaterra primeiro, faz 3 anos. Tinha lá um amigo meu vivendo que me recebeu. Aí, um mês depois que eu cheguei lá, ele foi morto.
Senti um "clic" no cérebro. Parei de examinar os pontos herniários do abdómen e olhei para ele. Perguntei:
- Foi morto... pela polícia?
- Sim - respondeu ele -, foi a Polícia que matou ele no metro, pouco depois daquele atentado com bomba. A família depois foi indeminizada, mas passou muito mal. Aliás, ainda estão passando mal... Bom, eu depois não tinha mais com quem ficar, não pude arranjar emprego, meu visto passou de tempo e eu não tinha dinheiro para comprar bilhete de volta para o Brasil, então eu vim para Portugal.

http://news.bbc.co.uk/1/hi/uk/4713753.stm

Há coisas que não lembram ao diabo...
A história era de facto interessante. Mas não tanto pelo lado clínico.

(Já agora, a título de curiosidade, ele teve uma pericardite infecciosa aguda.)