Beja: Duas mil doses de heroína
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
mais maçons
PR on ‘anti-Vaira’ website picks up
Esta mulher que eu tanto estimo é acusada de ser maçon. Ignóbeis iznogudes. Até já imagino o nome da operação de investigação criminal: Friports, ou quiçá Slēptās Sejas.
RIGA — A website promoting an upcoming book on what it claims to be the darker, lesser-known side of Vaira Vīķe-Freiberga’s past has made available new, original source material.
The site – www.vairasvirtuve.lv – is operated by journalist Lato Lapsa, who is currently penning a book about the former president that, in his words, will throw light on aspects of her past that were previously glossed over.
(...) “Mr. Lapsa knows how to hint about something terrible that really isn’t that bad,” Kārlis Streips, a political commentator, told Baltic Reports.
Streips said he feels there is less altruism to Lapsa’s book project on Vīķe-Freiberga and more urge to make money. The book’s content, he said, will likely be a boon for the ex-president’s critics, particularly oligarchs such as Ventspils Mayor Aivars Lembergs and Latvians on the fringe right.
“Ultranationalists have always wanted to believe that she is a wicked freemason,” said Streips. It is unclear when the book will be released.
Esta mulher que eu tanto estimo é acusada de ser maçon. Ignóbeis iznogudes. Até já imagino o nome da operação de investigação criminal: Friports, ou quiçá Slēptās Sejas.
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quarta-feira, 1 de abril de 2009
grandes malhas a 1 de Abril
Desde que o Beto ia para o Bayern por 7,5 milhões que não se faz nada com classe nesta data...
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
meta humor
P: Quantas pessoas de um determinado grupo étnico ou sociocultural são necessárias para levar a cabo uma determinada tarefa simples?
R: Um número finito, sendo que uma das pessoas leva a cabo a tarefa propriamente dita, enquanto as restantes se comportam de acordo com estereótipos associados ao seu grupo étnico ou sociocultural.
As coisas que se aprendem no S. Marco!
R: Um número finito, sendo que uma das pessoas leva a cabo a tarefa propriamente dita, enquanto as restantes se comportam de acordo com estereótipos associados ao seu grupo étnico ou sociocultural.
As coisas que se aprendem no S. Marco!
domingo, 21 de dezembro de 2008
Natal no 504 - as prendas!
Fica aqui registada a troca de prendas da nossa festa de Natal, pela ordem por que foram entregues, mais alguma informação que encaro como relevante...


De: Simões
Para: Américo
O que é: garrafinhas de vodka polaca
Para que serve: afugentar o frio, com 3 sabores à escolha


De: JT
Para: Simões Jr.
O que é: um relógio com a Nossa Senhora que pisca
Para que serve: orientação espiritual, e dar horas


De: Bi Sente
Para: Ghandi
O que é: um cachecol palestiniano corado
Para que serve: agasalhar o pescoço e arranjar problemas com a bófia em Paris


De: Ghandi
Para: Abreu
O que é: um jogo de dardos electrónico
Para que serve: impedir que a malta acabe o curso


De: Simões Jr.
Para: Bi Sente
O que é: um chapéu muito foleiro e efeminado
Para que serve: gozar mais com o Bi Sente que o habitual


De: Abreu
Para: Simões
O que é: um quadro de Manhattan já velhinho, cuja imagem se altera conforme o ângulo de observação
Para que serve: gozar com 9/11 e fazer companhia ao Travolta e ao relógio da Nossa Senhora


De: Américo
Para: JT
O que é: um mata-moscas eléctrico em forma de raquete amarela
Para que serve: electrocutar o Bi Sente e insectos
Todos adorámos as prendas, como é óbvio. Algumas até já estão a ter uso e tudo! Só nos faz sonhar com o próximo Natal, em que todos estes recordes têm que ser batidos por larga margem.
Agradecemos comentários :)


De: Simões
Para: Américo
O que é: garrafinhas de vodka polaca
Para que serve: afugentar o frio, com 3 sabores à escolha


De: JT
Para: Simões Jr.
O que é: um relógio com a Nossa Senhora que pisca
Para que serve: orientação espiritual, e dar horas


De: Bi Sente
Para: Ghandi
O que é: um cachecol palestiniano corado
Para que serve: agasalhar o pescoço e arranjar problemas com a bófia em Paris


De: Ghandi
Para: Abreu
O que é: um jogo de dardos electrónico
Para que serve: impedir que a malta acabe o curso


De: Simões Jr.
Para: Bi Sente
O que é: um chapéu muito foleiro e efeminado
Para que serve: gozar mais com o Bi Sente que o habitual


De: Abreu
Para: Simões
O que é: um quadro de Manhattan já velhinho, cuja imagem se altera conforme o ângulo de observação
Para que serve: gozar com 9/11 e fazer companhia ao Travolta e ao relógio da Nossa Senhora


De: Américo
Para: JT
O que é: um mata-moscas eléctrico em forma de raquete amarela
Para que serve: electrocutar o Bi Sente e insectos
Todos adorámos as prendas, como é óbvio. Algumas até já estão a ter uso e tudo! Só nos faz sonhar com o próximo Natal, em que todos estes recordes têm que ser batidos por larga margem.
Agradecemos comentários :)
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Natal no 504
Chegados ao final do ano, prestes a abandonar para nos reunirmos com nossas famílias, decidimos que seria de bom tom fazer uma pequena festa de Natal, com o quarteto cá de casa e uns amigos mais chegados. Imbuídos do mais intenso espírito da quadra, decorámos a sala a rigor, sorteámos a troca de prendas e preparámos um belo pitéu!

No que à decoração concerne, optámos por salvar o planeta ao usar a Glória, a planta da sala, como pinheirinho. Ficou toda engalanada com uma gambiarra foleira e uns porta-chaves em forma de bola vermelha - fabulásticos brindes de uma outra noite de copos. E de jarros. Até o Travolta se aperaltou, com o seu sensual sorriso cientológico e a sua desconcertante atitude de Emplastro.

Quanto a combustível, tivemos muitos factores em conta. Afinal, bacalhau no forno não é um prato de preparação rápida, e cozer batatas e grelos para 7 macacos implica também uma logística de que não dispomos, mesmo que a cozinha não tenha ficado tão cagada como eu antecipava. Em todo o caso, a malta ia ter sede. E a malta não podia ficar com sede. A malta tinha que se saciar. Com vinho. Muito.

Uma festa de Natal não se resume à jantarada, implica também uma troca de presentes. Após dois sorteios conseguimos atribuir a cada um o ónus de oferecer algo original a um outro, e isto começou a correr bem logo na parte dos embrulhos. Em todo o caso, a troca de presentes é objecto de outra posta...

Festa que é festa tem que ter espalhafato, barulho, luz e cor. Também se arranjou disso. Além das tochas e very-lights do costume, que fornecem a luz duma forma bem mais interessante que a seca da rede pública, um dos convivas teve a brilhante ideia de trazer um tremendo concentrado de festa, um tubinho que proporciona o espalhafato, e o barulho, e a cor, a partir de ar comprimido. Este canhão de confetti, disparado à varanda, cobriu o estacionamento todo com espírito festivo, para gáudio dos nossos rubros olhos...

O jantar correu bastante bem, só demorou 2h30 a preparar, toda a gente apreciou o belo do bacalhau, não faltaram batatas nem grelos, ninguém passou fome. Além disso, num rasgo de genialidade, um dos convivas decidiu tomar literalmente a expressão "jantar bem regado" e temperou o seu prato com uma boa golfada de tinto, arrancando uma bem-disposta gargalhada aos restantes. Ai, o cómico de situação.

A paródia durou até às 6 da matina, escavacou-se o vinho, mais uma garrafa de Porto, tudo na maior descontracção. Pela experiência coroada de êxito, ficam os agradecimentos da casa aos convidados, o Américo, o Bi Sente e o Ghandi, e também a um amigável vizinho que nos visitou mas não quer ser identificado.

Feliz Natal a todos!

No que à decoração concerne, optámos por salvar o planeta ao usar a Glória, a planta da sala, como pinheirinho. Ficou toda engalanada com uma gambiarra foleira e uns porta-chaves em forma de bola vermelha - fabulásticos brindes de uma outra noite de copos. E de jarros. Até o Travolta se aperaltou, com o seu sensual sorriso cientológico e a sua desconcertante atitude de Emplastro.

Quanto a combustível, tivemos muitos factores em conta. Afinal, bacalhau no forno não é um prato de preparação rápida, e cozer batatas e grelos para 7 macacos implica também uma logística de que não dispomos, mesmo que a cozinha não tenha ficado tão cagada como eu antecipava. Em todo o caso, a malta ia ter sede. E a malta não podia ficar com sede. A malta tinha que se saciar. Com vinho. Muito.

Uma festa de Natal não se resume à jantarada, implica também uma troca de presentes. Após dois sorteios conseguimos atribuir a cada um o ónus de oferecer algo original a um outro, e isto começou a correr bem logo na parte dos embrulhos. Em todo o caso, a troca de presentes é objecto de outra posta...

Festa que é festa tem que ter espalhafato, barulho, luz e cor. Também se arranjou disso. Além das tochas e very-lights do costume, que fornecem a luz duma forma bem mais interessante que a seca da rede pública, um dos convivas teve a brilhante ideia de trazer um tremendo concentrado de festa, um tubinho que proporciona o espalhafato, e o barulho, e a cor, a partir de ar comprimido. Este canhão de confetti, disparado à varanda, cobriu o estacionamento todo com espírito festivo, para gáudio dos nossos rubros olhos...

O jantar correu bastante bem, só demorou 2h30 a preparar, toda a gente apreciou o belo do bacalhau, não faltaram batatas nem grelos, ninguém passou fome. Além disso, num rasgo de genialidade, um dos convivas decidiu tomar literalmente a expressão "jantar bem regado" e temperou o seu prato com uma boa golfada de tinto, arrancando uma bem-disposta gargalhada aos restantes. Ai, o cómico de situação.

A paródia durou até às 6 da matina, escavacou-se o vinho, mais uma garrafa de Porto, tudo na maior descontracção. Pela experiência coroada de êxito, ficam os agradecimentos da casa aos convidados, o Américo, o Bi Sente e o Ghandi, e também a um amigável vizinho que nos visitou mas não quer ser identificado.

Feliz Natal a todos!
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
é este ano
É este ano que volto a jogar basket.
É este ano que acabo o curso.
É este ano que o Sporting é campeão.
É este ano que acabo o curso.
É este ano que o Sporting é campeão.
sábado, 13 de setembro de 2008
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